Penina era uma mulher do coração vazio. O seu olhar era frio e fixado na felicidade alheia. Não tinha piedade ao tentar conquistar o amor de um homem cujo coração já tinha dona. Se havia um espaço vazio, ela sorrateiramente com sua insensatez e coração soberbo achava a hora certa para usar do seu espírito competitivo em busca de seus interesses, era fria e insensível e jamais conhecera a doçura de um amor verdadeiro. Em seu coração não haviam gestos solidários e agradáveis, sua alma era egoísta como uma flor murcha sem perfume. Era como uma flor com espinho capaz de ferir uma vida sofredora de coração humilde e desprovido alegria plena. Mesmo assim recebeu o direito de ser mãe, direito este que deveria servir como remédio para sua crueldade, mas no caso dela o fato de ser mãe não refletiu em nada positivo, mas sim um alimento para o seu espírito egoísta, sempre usando os próprios filhos para uma realização pessoal, por vaidade e capricho.
Penina era uma mulher perigosa de palavras destruidoras, o fracasso e a tristeza de Ana (da qual falarei na parte 2) traziam alegria para ela. Penina agia de modo que o seu objetivo era sempre irritar Ana, desfalecendo a alma e os sonhos dela, que não haviam se realizado completamente, mas que por determinação divina permaneceria na espera, com esperança e fé.
A demonstração da mesquinharia não pode eliminar do coração a figura de quem é dona do amor de verdade. Esta mulher sabia que sua superficialidade não era forte para trazer ao seu coração o amor pelo qual tanto empenhava com sua armas malignas que apenas arrancavam lágrimas e tristezas para quem tinha sonhos a realizar.
Penina investia no fato:"posso ter filhos",sua segurança era seu útero saudável.Hoje as "peninas" engravidam para casar e/ou salvar casamentos...
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