Ana era uma mulher sonhadora, carregava em seu peito um profundo sentimento maternal como o de embalar uma criaça em seus braços, razão esta que seria forte para a consolidaçaõ de seu ideal nobre: o seu lar.
Seu coração humilde fez com que o amor de seu amado , de forma espontânea se tornase cada vez mais sólido e incoparavelmente o mais interesante. Ana era companheira ideal,com filhos ou sem filhos, estar ao seu lado era sempre muito bom. Por isso a inveja tenta perseguir e tomar o seu lugar.
Ana sabia de sua fragilidade física pois não conseguira ter o filho tão desejado, em seu coração habitava a incerteza, o medo de não ser mãe, um espaço vazio na alma que abrigava apenas a esperança e o clamor ardente somente o Todo poderoso para realizar um milagre de maneira que o louvor e a gratidão seria o sentimento maior de todos em seu coração bondoso.
Ana não olhou não para os obstáculos ,não olhou para a pressão mesquinha de quem ostentava vantagens.
Sem poder proferir palavras, levantou-se das profundas angústias e foi em busca do sobrenatural na certeza de alcançar miséricordia que socorre corações aflitos e quebrantados ,foi perseverante e não desistiu de confiar mesmo em meio a adversidades .
E assim a petição do coração foi respondida. O Senhor deu lhe o filho tão desejado o qual foi devolvido para servir ao Senhor sem nenhuma tristeza, pois era o suficiente para aquela mulher experimentar a bondade do Senhor em poder ter o filho.
Devemos meditar nisto e ver na escala de valores, o que representa nossos filhos em nossas vidas? Será que para o louvor do SENHOR temos oferecido ? A bondade do SENHOR fora além , concedeu portanto mais, mais filhos e filhas também a Ana,que foi uma mulher que confiou plenamente em Deus.
Fica esta história bela para fortalecer o nosso coração quando as adversidades surgirem para nos abater, pois este mesmo Deus deseja encontrar corações confiantes assim, como o de Ana. Sigamos o modelo de Ana.
Medite em I Samuel 1 e 2 até versículo 11.
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